Os Portugueses gostam de ficar bem na fotografia
Para comemorar o Dia Europeu da Saúde Sexual que, tal como o Dia dos Namorados, se comemora a 14 de Fevereiro, a Sociedade Portuguesa de Andrologia, a Associação Portuguesa de Urologia e a Lilly Portugal prepararam uma acção inédita. Sob o mote “Fique bem na fotografia”, as três organizações vão convidar todos os apaixonados a registarem o seu amor numa romântica cabine Fotomaton.
A acção tem lugar entre as 9.00 e as 19.00 no Largo do Chiado em Lisboa. Sozinhos ou acompanhados, todos os interessados vão poder tirar uma fotografia romântica na cabine Fotomaton instalada junto à saída do metro, num momento que fica gravado numa fotografia analógica.
Distribuídas a todos os que participarem na acção, as imagens em formato fotomaton serão acompanhadas por uma mensagem que inclui dados relevantes sobre a Disfunção Eréctil, bem como as palavras de encorajamento “Se realmente quer ficar bem na fotografia, fale com o seu médico ou farmacêutico. Peça ajuda. 95% dos casos já têm tratamento2.”
«Mais uma vez, apostámos na diferença para chegar aos Portugueses num tom descontraído. Queremos passar uma mensagem séria – a disfunção eréctil tem tratamento – sem, no entanto, perdermos a ligação ao romance, o grande protagonista deste 14 de Fevereiro e um grande aliado de todos os que procuram uma vida sexual satisfatória», explica Jorge Rocha Mendes, presidente da Sociedade Portuguesa de Andrologia.
14 de Fevereiro será também o dia do lançamento oficial de um estudo internacional sobre comportamentos e hábitos sexuais em todo o mundo. Realizada em 13 países, a sondagem engloba dados sobre Portugal referentes à espontaneidade e à frequência com que se praticam relações sexuais nas diferentes culturas, bem como preferências no que toca às épocas do ano, aos dias da semana e aos horários. A disfunção eréctil e a influência que tem nos comportamentos, bem como as inibições quando é necessário pedir ajuda e as principais fontes de informação sobre saúde sexual serão outros dos pontos divulgados.
«Os números são reveladores e mostram diferenças culturais muito interessantes», acrescenta Rocha Mendes. «É curioso constatar como, de país para país, os comportamentos e as inibições podem ser tão distintos. Esperamos que a divulgação destes números seja um importante contributo para a sensibilização dos Portugueses para este tipo de assuntos, que não se retraiam, que falem mais e que se informem melhor. A saúde sexual é um direito e a maioria dos problemas tem solução. Só precisam de nos pedir ajuda».